Podcast #010 • Teoria dos Conjuntos • Dezembro de 2015

O Infinito de Georg Cantor: Vejo, Mas Não Acredito!

Sobre o Episódio

Esta é a primeira parte do episódio "O Infinito de Georg Cantor". Falarei sobre a teoria intuitiva de conjuntos criada pelo matemático Georg Ferdinand Ludwig Philipp Cantor (1845 - 1918).

Em particular, darei ênfase em alguns resultados encontrados sobre conjuntos infinitos que vão contra nossa intuição imediata. O que poderia acontecer de tão surpreendente para um matemático exclamar "Vejo, mas não acredito"? Finalmente, farei ainda uma introdução aos números cardinais infinitos.

Observações e Erratas do Episódio:

No podcast eu esqueci de falar que a letra Aleph (ℵ), utilizada para denotar as cardinalidades dos conjuntos infinitos, é a primeira letra do alfabeto hebraico.

Mais para o final do episódio (por volta de 18:20), utilizei o termo família no sentido intuitivo de coleção para designar uma coleção de conjuntos que possuem algo em comum, no caso, sua cardinalidade. Depois, introduzi o termo classe, dizendo que as famílias formam classes disjuntas. Para ser mais exato e correto matematicamente: a existência de uma função bijetora entre dois conjuntos nos permite definir uma relação de equivalência. Essa relação nos permite dividir o universo de conjuntos em classes de conjuntos que satisfazem a relação de possuir uma bijeção entre eles, e essas classes são disjuntas. Cada classe, então, representa um número cardinal.

Figuras Citadas Brevemente

Referências Citadas